terça-feira, 10 de junho de 2008

Merkabah para Merkivah - As Águas Cristalinas de Shasta


ARCANJO METATRON:

Saudações, Eu sou Metatron, Senhor da Luz, e saúdo cada um e todos vocês.

Queridos, nós lhes dissemos que o campo eletromagnético humano está sendo estendido e puxado pelas crescentes energias do seu planeta. Falamos que, para funcionar dentro do Campo Quântico Cristalino que está sendo oferecido dentro da Grade Cristalina-144, a aura humana deve ser transformada na máxima capacidade freqüencial do campo merkábico cristalino.

MERKABAH PARA MERKIVAH

Agora lhes dizemos que o potencial geométrico da Merkabah está se expandindo para além do tetraedro estelar de oito pontas. Agora é possível transformar a Merkabah freqüencial na Merkivah: a estrela de 12 pontas e, na verdade, para alguns de vocês, na estrela de 24 pontas da Maestria. Para fazer isto são necessários: intenção, clareza e trabalho concentrado. Isto ocorre através de vários processos que envolvem a unificação trina de corpo, mente e espírito. Isto implica em alcançar a impecabilidade. Mas a impecabilidade não pode ser conseguida sem o pré-requisito indispensável da metamorfose da trindade. A própria estrutura dos eletromagnetos da Ascensão, que estão pulsando cada vez mais poderosamente através dos pontos da infinidade, via Grade Cristalina 144, está expandindo o campo magnético de vocês. Isto está acontecendo, Mestres, quer o reconheçam ou não. Portanto nós lhes recomendamos que prestem atenção e reconheçam a necessidade de entender a mecânica desta transformação. Na verdade, o diferencial energético entre a freqüência eletromagnética da Ascensão e o do seu campo áurico precisa encontrar o equilíbrio. Isto é física básica, ou talvez metafísica!

DESEQUILÍBRIO DA ASCENSÃO

Queridos, quantos de vocês estão sentindo a aceleração do tempo? Quantos de vocês estão tendo dificuldade para dormir? Vejam, o centro cristalino do planeta agora está girando mais rapidamente. A proporção do torque externo da Terra no seu eixo mudou em relação ao giro crescente do centro interno. Isto está afetando o continuum do tempo, e na verdade, todos os seus campos eletromagnéticos. Seus campos áuricos estão mudando de pele. Este processo vai se intensificar nos próximos três ou quatro anos. Nesse ínterim, seus campos áuricos podem desenvolver rachaduras, enquanto expandem para freqüências maiores. Isto pode criar o que chamaríamos de "Desequilíbrio da Ascensão". Vocês precisam entender isto. Isto pode criar uma perda temporária de energia, levando a distúrbios do sono e fadiga crônica.

Existem muitas ferramentas que ajudam neste processo. Já falamos de muitas destas ferramentas: Terapia Mickel, pedras preciosas, locais sagrados, pontos de infinidade, quartzos cortados na proporção phi, freqüências sônicas puras, e também certas águas vivas.

ÁGUAS VIVAS DE SHASTA:

E assim, nesta reunião, vamos falar das nascentes do Monte Shasta; na verdade, das nascentes masculina e feminina – a branca e a vermelha – localizadas na área atualmente chamada de Stewart Mineral Springs (Nascentes de Água Mineral Stewart). Agora estas águas vivas e conscientes assumem um papel mais grandioso, agora estas nascentes se oferecem para desempenhar um papel na Ascensão deste planeta. Isto, especificamente através da projeção do campo cristalino e da aceleração da transformação do campo eletromagnético humano na sua necessária expansão que, conseqüentemente, facilitam a transformação do campo áurico na freqüência mais elevada da forma merkábica.

MONTE SHASTA:

Falamos com vocês recentemente sobre a missão especial que o Monte Shasta – o mais poderoso complexo energético da América do Norte – assumiu na Ascensão; a missão de equilibrar a energia excessivamente masculina da Atlântida com a energia excessivamente feminina de Mu [LeMúria]. Dissemos que a essência de Shasta é fundamentalmente a do Masculino Divino, fundamentalmente atlante, no entanto ele está localizado numa região de terras femininas da antiga LeMúria. Desta forma, Shasta projeta o equilíbrio do masculino e feminino na dualidade. Vocês sabem que a perfeição, a maestria que procuram, não pode ser alcançada nem na predominância do masculino, nem na predominância do feminino, mas no equilíbrio dos dois.

Bem, Shasta se expressa energeticamente em mais locais do que simplesmente os picos e vales superiores da montanha sagrada. Na verdade, a energia se estende por todo o enorme maciço, no total equilíbrio daquilo que pode ser denominado exclusivamente de complexo chácrico de Gaia. Esta é uma expressão especial, mas existem outros complexos de portais-vórtices vivos, que se expressam em padrões semelhantes. Estes incluem o Lago Baikal no leste da Sibéria, Lago Titicaca na Bolívia-Peru, Torres del Paine no Chile, Kilimanjaro na Tanzânia, Bali na Indonésia, Monte Cook na Nova Zelândia, Tasmânia na Austrália, Fuji no Japão, Monte Kaleish no Tibet e Monte Araphat na Turquia, para citar os mais importantes

DISCO SOLAR EM SHASTA

Falando especificamente de Shasta, existem importantes satélites, ou expressões de vetor energético no seu campo, que contribuem significativamente para o padrão energético geral da ativação destas áreas no padrão de 12 hélices, denominado Disco Solar Dourado. Isto inclui Castle Crags, Stewart Mineral Springs, Glass Mountain, Dunsmuir-Hedge Creek Falls, Sacramento Headwater Springs, Panther Meadows, Squaw Meadows, Mossbrae Falls, McCloud Falls; McArthur-Burney Falls, Black Butte, e determinadas cavernas em Lava Beds National Monument. Cada um contribuindo com uma freqüência, uma freqüência singular, que se combina para formar um padrão de hélice de 12 filamentos na cratera e no cume. A hélice energética de 12 filamentos é o que vocês chamam de Disco Solar Dourado. Este, na verdade, é um padrão energético oposto a um disco, no entanto, ao ser observado pode ser interpretado como tendo a aparência semelhante a de um disco.

Queridos, expansões maiores ainda esperam por vocês nesta área. Já lhes dissemos antes que, no interior dos abismos profundos do Monte Shasta, encontra-se um dos grandes cristais atlantes. Ele foi colocado ali antes que as ondas cobrissem as terras de Poseida, a proclamada Cidade Esmeralda da Atlântida. Ele dorme numa caverna profunda e cristalina, muito abaixo do vasto maciço do Monte Shasta. E vai despertar, pelo plano divino, em 9 de setembro de 2009. Ele era chamado de Cristal da Multidimensionalidade e tem uma proporção gigantesca. Está guardado pelos seres de Sírius B, cuja base cavernosa está situada profundamente abaixo dos cumes de Stewart Mineral Springs. Falaremos sobre isto no mês que vem.

ATIVAÇÃO DA NASCENTE CRISTALINA E DAS NASCENTES MAGNÉTICAS DE SHASTA

Agora as nascentes de Stewart Mineral estão ativadas em seu papel exclusivo que se estende a todos que as visitam. Falamos anteriormente sobre a necessária expansão do campo áurico humano, que está ocorrendo na Ascensão. A pulsação planetária está se acelerando e está afetando-os, queridos, de inúmeras formas. De certo modo, o que está acontecendo através das energias de ascensão está ampliando suas capacidades freqüenciais, de modo que se torna necessário que vocês criem um novo campo áurico expandido, de uma forma muito semelhante a uma cobra que anualmente cresce para além da sua pele e passa por uma fase delicada de adaptação a uma nova pele que possa abranger seu corpo maior. Entendem? Até que a pele nova se torne resistente, flexível, a antiga se estica e racha, e durante essa transição, há uma fase de metamorfose, que carrega uma certa vulnerabilidade, até que a nova fase se complete.

A localização e mineralogia exclusivas das nascentes cristalina e magnética da região de Shasta estão ativadas para ajudarem na adaptação, cura e expansão do campo eletromagnético humano.

O raro teor de sílica das nascentes brancas é uma chave. Em essência, as nascentes são cristalinas em freqüência, sendo a sílica o componente básico do quartzo, percebem?

Fizemos com que o nosso canal se conscientizasse do papel especial dessas nascentes. Foi-lhe solicitado que providenciasse uma análise das duas águas, tanto da vermelha magnética, quanto da branca eletro-cristalina.

PERGUNTAS PARA METATRON (…):

Pergunta: Você poderia falar mais sobre como as nascentes cristalinas ajudam na Ascensão?

Metatron: Como dissemos, elas fazem isto oferecendo uma vibração cristalina única que é imbuída sinergeticamente de akash e de uma rica alquimia mineralógica, que ao ser absorvida pelo corpo e campo humano, é capaz de desintoxicar, contrair e expandir o campo até uma capacidade cristalina maior.

Pela combinação do feminino-masculino, do elétrico para o magnético, alcança-se o equilíbrio que é extremamente benéfico aos sistemas de chacras e de glândulas. As próprias águas, a energia do lugar, o espírito do lugar, ajudam na remoção dos bloqueios e o campo energético revitalizado se expande e se renova no equilíbrio cristalino. Entendem?

Esta é uma das raríssimas águas de sílica do planeta que podem ser utilizadas desta maneira.

Agora, o planeta possui muitas fontes e nascentes. Nem todas estão nos pontos de infinidade, como Shasta. Nem todas as nascentes são autoconscientes. Nascentes vivas carregam uma grande energia elétrica, sendo impulsionadas através das camadas da Terra, como se fossem uma ducha múltipla, carregada de grande energia e muitos minerais. Estas nascentes são muito benéficas para o corpo e o campo emocional.

Da mesma forma que muitas pessoas agora reconhecem que o consumo de comidas cruas e vivas permite que o corpo incorpore campos energéticos de plantas vivas, o mesmo acontece quando o corpo fica imerso e se banha nas águas eletromagnéticas vivas.

Uma capacidade semelhante existe no Parque Nacional de Banff, no Canadá, mas lá as águas são tratadas e diluídas, de modo que sua potência é um pouco diminuída, embora ainda seja benéfica. Devido ao aspecto mais natural das nascentes gêmeas em SMS, e devido à sua localização na área de Shasta, elas são muito mais potentes. Nascentes vivas ocorrem em todas as partes do globo. Elas são especialmente potentes na Nova Zelândia, nas Fontes de Sílica Tongariro na área do Yucatan do México, no poço de Montezuma em Arizona, em Caldas Novas no sul do Brasil, em Termas do Araxá, em Minas Gerais, na Hungria, em Bath na Inglaterra, na Itália, na Turquia, no Japão, no Peru e em Hot Springs em Arkansas.

Mas precisamos acrescentar que não é simplesmente a nascente, mas também a consciência das próprias nascentes vivas, e onde elas estão localizadas. Nem todas as nascentes carregam uma força vital consciente potente. Nem todas as nascentes se oferecem para a espécie humana. As de Yellowstone e Lassen servem a diferentes propósitos para a própria Terra. Assim, as Stewart Mineral Springs são bem únicas e do mais elevado benefício para a espécie humana, nesta época.

Agora, em Stewart Springs, a rotina de utilização deveria ocorrer entre 3 e 4 vezes num período de 7 dias. Seria bom fazer isto pelo menos duas vezes por ano. O melhor seria uma vez por mês. A modalidade de banho, sauna e ducha fria é correta, podendo se repetir tantas vezes por dia quanto se desejar. Devido à alta alcalinidade, pH, o usuário deve ter discernimento e saber quando é o momento de parar, para que não ocorra irritação cutânea.

Acrescentamos que a utilização das nascentes vivas numa base semanal, mensal ou até trimestral, pode estender a vida do ser humano. Qualquer uso é benéfico.

Pergunta para Metatron: Estas nascentes estão alinhadas com as nascentes Chalice Well & Swan em Glastonbury, na Inglaterra?

Metatron: Certamente. Não só as nascentes, mas Shasta estão totalmente alinhados com o grande complexo de Glastonbury, incluindo Chalice Wells, Tor, Wearyall Hill e Abbey. Glastonbury incorpora a Consciência Crística do verdadeiro Rei Artur, realmente de Camelot. Shasta expressa a Consciência Crística do que se conhece por Águia Branca, e também dos Mestres Ascensionados e Saint Germain.

As nascentes branca e vermelha dos dois locais têm uma conexão axiotonal muito vibrante, havendo uma considerável troca entre elas. Vocês podem reparar que as nascentes vermelhas de Glastonbury são reconhecidas e usadas, enquanto as brancas, masculinas, não o são. Paradoxalmente as nascentes brancas de Shasta são usadas, enquanto as vermelhas, femininas, não o são. Isto os ajuda a avaliar por que elas estão especialmente em comunicação harmônica?

O canal perguntou se a água das nascentes de Shasta deve ser bebida, como são as das duas de Glastonbury. A resposta é não. Basta simplesmente rever a análise química para se entender o por quê. As águas de Shasta têm um pH alto, ao redor de 11 no estado não diluído. Isto é excelente para a desintoxicação e expansão do campo áurico em banho, mas demasiado alcalino para consumo oral. Além disto, as águas das nascentes de Shasta são de natureza ligeiramente coloidal e o conteúdo sólido das partículas em suspensão é muito alto para consumo. Assim, as águas de Glastonbury são para beber; suas irmãs-irmãos das nascentes de Shasta são para banho. Ambas são altamente benéficas para o corpo e para a expansão do campo eletromagnético.

Vamos acrescentar que as águas das nascentes dos afluentes de Sacramento são extremamente benéficas para beber, assim como são as águas das nascentes de Panther Meadows. Mas, devido aos seus meio-ambientes atuais, ambas deveriam ser filtradas antes de consumidas. Um filtro portátil, do tipo Brida, pode ser usado sem diminuir a força vital contida nas águas. No entanto, as energias eletromagnéticas dessas águas diminuem rapidamente quando elas ficam estagnadas e armazenadas. O melhor é bebe-las imediatamente após a filtragem e até no máximo uma semana depois, se forem levada para casa.

ENCERRANDO:

E assim, queridos, enquanto a ressonância magnética e elétrica da sua Terra está crescendo como planejado, estes aumentos afetam a energia do campo eletromagnético humano. Embora alguns de vocês vivenciem este diferencial com relativa tranqüilidade, todos vocês devem estar conscientes dos seus efeitos. O diferencial pode causar rachaduras temporárias no campo eletromagnético humano e pode levar a um escoamento de energia, denominado Desequilíbrio da Ascensão. A expansão e recriação de um campo merkábico mais amplo é uma metamorfose do campo áurico que é imprescindível para a Merkabah, e também da Merkabah para a MERKIVAH. A Merkivah se expande para a estrela de 12 pontas, para a estrela de 24 pontas, e bem mais, com o tempo. A estrutura do seu universo, a matriz das dimensões superiores, é sagrada geometria dentro de um campo cristalino. Vocês não podem, e não vão experienciar suas alturas enquanto não se tornarem cristalinos. Isto não vai acontecer por si só.

Queridos, o campo eletromagnético dos seus corpos físicos deve ser compreendido e mantido. Ele está em contato íntimo com aquilo que vocês chamam de memória da alma, emoções, sentimentos e espírito na experiência física.

Todos vocês estão num cadinho que lhes oferecerá a oportunidade de eliminar o desequilíbrio, remover os obstáculos e a os capacitará a se expandirem lindamente para o Campo Quântico Cristalino, dentro da Grade 144. Vocês precisam trabalhar conscientemente para isto! É por isto que estão aqui!

Por favor entendam que, se estiverem se sentindo irritadiços, fora de equilíbrio, cansados e oprimidos, vocês não estão sozinhos. A dualidade do seu plano é um grande professor, um ciclo de crescimento que vocês esperaram éons para completar. Entendam o que está acontecendo, e vejam isto como uma grande oportunidade. UMA GRANDE OPORTUNIDADE! Agarrem-na! As águas vivas de Shasta são uma fonte muito especializada de ajuda. Realmente elas podem ajudá-los a alcançar a MERKIVAH cristalina.

Amem a si próprios, Mestres, e amem uns aos outros. Sejam amáveis consigo mesmos, e sejam amáveis uns com os outros.

Ouçam estas palavras. Eu sou Metatron e compartilho esta mensagem de Luz com todos vocês. Vocês não estão sós, nós conhecemos cada um de vocês pelo nome, e vocês são Muito Amados!

E assim é.



Uma mensagem de Metatron canalizada por Tyberonn, 16 de maio de 2008

Este texto faz parte do artigo escrito por James Tyberonn em maio de 2008 sobre as nascentes do Monte Shasta ("Stewart Mineral Springs: The Amazing Crystaline Waters of Shasta"). Esta tradução apresenta apenas o trecho em que Tyberonn canaliza Metatron e as respostas às duas últimas perguntas que lhe foram feitas no final.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Teria Os Elementos Químicos Um Campo de Força?

ESTE TRABALHO FOI DESENVOLVIDO PELO GEÓLOGO SOLON BARROZO BARRETO E EQUIPE QUE PESQUISA MINERAIS E SUAS INFLUÊNCIAS NA SAÚDE E SUAS PROVÁVEIS CURAS. O REFERIDO GEÓLOGO TEM UM LIVRO PUBLICADO COM O TÍTULO “O PORQUE DAS DOENÇAS E COMO EVITÁ-LAS”.


RESOLVI COLOCAR NO MEU SITE ESTA MATÉRIA PELA PECULIARIEDADE QUE ELA NOS TRAZ E PELAS PROVAS CLARAS CONSEGUIDAS PELO GEOLÓGO, DE COMO SÃO VERDADEIRAS E IMPORTANTES AS INFORMAÇÕES SOBRE OS ESTUDOS DOS CRISTAIS E SUA APLICAÇÃO COMO ENERGIA DE CURA, PODENDO NÃO SÓ USÁ-LO COMO ENERGIA PURA, MAS INSERINDO OS MESMOS EM SUA ALIMENTAÇÃO DIÁRIA PARA COMBATER AS PROVÁVEIS CAUSAS DAS DEFICIÊNCIAS QUÍMICAS, FÍSICAS OU ESPIRITUAIS.

VICENTE CHAGAS

O experimento:

Durante um experimento, quando se tentava alimentar algas por meio de energia, ou seja, as algas seriam alimentadas por um método nada comum, com o intuito de conhecer a influência do meio na vida, foram postos três vidros com água e algas, enfileirados e em cada um deles continha:

Vidro A: 1g de alimento (farinha de rocha fina MB-4);
Vidro B: não foi colocado alimento;
Vidro C: 1g de alimento (farinha de rocha fina MB-4) e um pedaço de quartzo leitoso (pedra branca).

Veja a foto:

A B C

foto 01

Depois de 58 dias expostos à luz solar, foi obtido o seguinte resultado:


A B C

foto 02


Observou-se que na Foto-2, as algas aumentaram, logo, se reproduziram e, portanto, se alimentaram, uma vez que, sem alimento não haveria proliferação.


Sendo assim, dá-se origem a questionamentos importantes:

a – Como as algas se alimentaram?

b – Por que as algas ocupam uma posição eqüidistante entre os dois vidros, prováveis fornecedores de alimento?

c – O que aconteceria se colocássemos os dois vidros (prováveis fornecedores do alimento) de um mesmo lado?

d – Sendo a energia, a responsável pela chegada do alimento até as algas, como é feito o transporte?

Estes questionamentos nos levam a suposições bastante profundas e que naturalmente carecem de maiores comprovações.

Veja o que ocorreu quando foram colocados os dois vidros, A e C (prováveis fornecedores do alimento) juntos em um mesmo lado:

B C A

foto 03




O meio em que se vive, influenciaria na vida?

Observando-se o experimento, surge o seguinte questionamento: como explicar a multiplicação das algas do vidro B que não tinha alimento?

Para haver proliferação das algas, o alimento tinha que existir, caso contrário, não seria possível a multiplicação. Não existe vida sem alimento. Assim, o alimento estava presente naquele ambiente (alimento sob forma de energia) embora não fosse percebido por nós, o que nos mostra o quanto nossos sentidos físicos são limitados, deixando-nos muitas vezes sem perceber o que se passa no ambiente, causando-nos problemas difíceis de serem controlados e evitados, porém, a causa está presente, mesmo que não aceitemos por não podermos sentir com nossos cinco sentidos físicos.

Na foto – 3, o fenômeno continua, embora mais evidenciado. As algas mais velhas flutuaram e foram levadas para mais próximo dos vidros que tinham alimento, o que nos mostra a presença de dois campos de forças: um menor, o das algas; outro maior, do alimento. O maior atraiu o menor, para mais próximo de si. Tudo isso ocorrendo sem a percepção dos nossos sentidos, nos mostrando apenas o resultado final.

Do experimento podemos tirar as seguintes conclusões:

a – que cada alga tem seu campo de forças próprio, caso contrário, como se alimentaria?

b – que cada mineral tem seu campo de força próprio e juntos formaram um campo de força maior, responsável pela atração das algas, na foto – 3;

c – que cada ser animado ou inanimado, possui seu campo de força próprio.

E em seqüência, justifica-se assim, a influência do meio, confirmando os adágios populares: “Quem com porcos se misturam farelos comem” ou “Diga-me com quem andas e lhe direi quem és”.

Podemos usar essas observações em benefício próprio em muitas situações, como por exemplo: a simples presença de pessoas no hospital já causa prejuízos, portanto, como não é possível prescindir dos serviços de um hospital, torna-se necessário manter a máxima distancia possível entre pacientes num raio mínimo de 2.20m (medida do campo de energia humano) para que um não interfira no campo de forças do outro e, reduzir a permanência, deixando a recuperação para locais próximos de pessoas saudáveis; o ambiente de um presídio é um dos piores que existem e para minimizar um pouco, deveriam separar os detentos por delito cometido. Os presídios, hospitais e outros locais reconhecidamente de ambientes hostis, deveriam ficar afastados das áreas residenciais. Os profissionais que trabalham nesses ambientes têm que receber uma remuneração melhor por seu ofício, uma vez que são bastante prejudicados, levando até mesmo, para suas residências, resquícios de seu ambiente de trabalho. Poderia-se sugerir um ambiente recuperador neutralizante antes de se retornar ao lar.

A importância do ambiente é grande, até mesmo para a saúde e para a longevidade. O simples convívio com pessoas jovens e ambientes alegres, trás grandes benefícios.

As pessoas idosas deveriam se acercar de jovens; priorizar ambientes alegres e de alto-astral; evitar pessoas pessimistas e que só vêem o sentido pior das coisas.

Seria o fim dos traumatismos?

Tendo conhecimento da ação dos campos de forças de todos os seres animados e inanimados e principalmente, sabendo que os elementos químicos dispõem desses campos de forças, não fica difícil supor que quando alguém sofre um traumatismo em uma medula, ou em uma área do cérebro, ou uma fratura de um osso, sempre haverá uma ligação energética, porque a separação é somente física, o campo de forças continua e através dele, poderá ter início uma pronta recuperação. Usando a energia do campo de forças ele se encarregará de levar até o local lesado os nutrientes necessários, bastando tão somente que os coloquemos dentro do raio de ação do campo de forças; tal qual fazemos com um ferimento, quando colocamos um medicamento. Nesse momento, não nos preocupamos qual o tipo de tecido, ou de célula ideal para ser usado naquele ferimento. Um testemunho da permanência deste campo de forças é a presença de membro fantasma nas pessoas que sofreram amputação. Na literatura há relatos de pessoas que sentem dores e sensações diversas em tais membros amputados.

O artigo “A Célula Tronco do Reino Mineral, Seria o Silício?” escrito pelo geólogo Solon Barrozo Barreto, relata o caso de um jovem que sofreu um acidente e que depois de vários meses aguardando a recuperação, foi informado de que teria que se submeter a uma cirurgia para colocação de um enxerto, quando tomou conhecimento da Água da Vida rica em silício. Poucos meses depois de tomar o precioso líquido diariamente, obteve uma pronta recuperação.

Portanto, é oportuno sugerir aos que sofreram algum tipo de traumatismo de medula, ou de crânio com derrame, ou AVC, a eliminar da dieta o açúcar, e aumentar a ingestão de alimentos ricos em silício, tais como: arroz integral, cevada, usar geoterapia diariamente com produtos ricos em silício, uma vez que ele é considerado o “Curinga”, ou a célula tronco do reino mineral. Como todos os seres animados e inanimados, têm um campo de forças é conveniente manter-se o mais próximo possível de minerais, ou de farinhas de rochas que sejam ricos em silício para se beneficiar dele.

Somos Todos Um

Naturalmente, as algas da foto–3 do vidro B, foram atraídas pelo campo de forças (energia) gerado pelos minerais que compõem a farinha de rocha contida nos vidros A e C, por estarem do mesmo lado. As algas do vidro B enquanto eram novas e estavam entre os vidros A e C (com o alimento) foto-2, mantinham-se eqüidistantes, isto é, já que obtinham alimento vindo dos dois lados (campo de forças gerado pelos dois vidros com alimento), não saiam do centro do vidro porque eram atraídas por dois campos opostos.

O fenômeno precisa ser bem observado e bem estudado.

Como explicar a maneira das algas se alimentarem, a não ser que cada alga tenha um campo de forças próprio?

Não podemos negar os fatos. Aceitemos como verdadeira a hipótese do alimento via energia. Então, cada ser animado ou inanimado tem um campo de forças, como foi observado e evidenciado pelas fotos 1 e 2. Assim, o campo de forças de cada alga se junta ao campo de forças das outras, formando um campo único de forças maior; o campo de forças de um mineral se junta aos de outros minerais, ou melhor, se harmoniza formando um campo único de forças maior.

Desse modo, cada ser animado, ou inanimado dispõe de um campo de forças que o coloca em contato com todos os campos de forças existentes na Natureza. Eles se interagem, se harmonizam e se juntam.

Assim, um ser humano tem também um campo de forças que o coloca em contato com tudo existente. Esse contato faz com que sejamos conectados a tudo e a todos. Um simples e pequeno toque em qualquer ser animado, ou inanimado será percebido por todo o conjunto instantaneamente, não importando a distância, já que todos estão unidos. O que vem confirmar o porquê da transmissão de pensamento ser tão rápida.

Ainda considerando a hipótese como verdadeira e aplicando a tudo, teríamos uma seqüência de campos de forças esquemática mais ou menos assim:


CAMPOS DE FORÇAS



1 - Campo de forças do Reino Mineral;
2 - Campo de forças do Reino Vegetal;
3 - Campo de forças do Reino Animal;
*
*
*
n1 - Campo de forças do nosso Universo;
n2 - Campo de forças de outros Universos (?);
*
*
*
nn - Campo de forças da Natureza ou campo de forças do CRIADOR,

confirmando, simbolicamente, já que todos têm um campo de forças, as palavras Bíblicas de que Deus fez o homem conforme sua imagem e semelhança, que é onipresente, onipotente e que na realidade Somos Todos UM! Todos os seres estão interligados.

Juízo Final

– a correção das transgressões às leis da Natureza (os campos de forças se reajustarão para a posição ideal) -

Prosseguindo com a mesma hipótese, o campo de forças do Reino Mineral é maior que o do reino vegetal e animal, juntos (já que o inicio de tudo veio do reino mineral e todos os seres possuem minerais dentro de si), portanto, dominará e por certo ajustará e corrigirá todos os desvios ocorridos, tais como, por exemplo: as agressões ao meio ambiente, que estão em desacordo com as leis que regem os campos de forças, ou seja, A Lei Universal, O Plano Cósmico.

Sabemos que estamos sofrendo reajustes necessários ao planeta e também reajustes conscienciais e sendo assim, o fenômeno visto nas algas ocorrerá conjuntamente com essas correções que afetarão, por certo, não só o nosso planeta, mas, o nosso universo, outros universos (?) e finalmente, a Natureza como um todo conseguirá uma harmonia plena com o Criador, nosso Deus.


Geólogo Solon Barrozo Barreto e Equipe

Arapiraca, julho de 2005

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sinastria - O Espelho do Relacionamento

SENHORES


ABAIXO TEMOS UMA IDÉIA GERAL DE COMO DEVE SER EFETUADO E ANALISADO UMA SINASTRIA ASTROLÓGICA ENTRE DUAS PESSOAS.

VICENTE CHAGAS



Sinastria é a arte de comparação de mapas, na qual se olha para os caminhos de vida e necessidades de duas pessoas, e se especula nos aspectos e sinergias que daí resulta, da inteiração de ambos. É um processo complexo, no qual se tenta compreender os conteúdos dos dois mapas, compararem os temas de vida e direções e lembrar sempre um último e determinante fator, a escolha livre e consciente das pessoas envolvidas não pode ser lida nos mapas.
Façamos ou não sinastria, ou outro tipo de trabalho astrológico, é importante estarmos conscientes das nossas crenças e predisposições pessoais. Estas influenciam diretamente a nossa percepção e por isso é vital estarmos o mais consciente possível (ver é acreditar, mas também acreditar é ver!). O que podemos querer para uma relação pode não ser de todo o que o consulente necessita ou quer. Não é nunca papel de o conselheiro fazer juízos se duas pessoas devem ou não estar juntas; é escolha delas, não nossa. A nossa tarefa é identificar, no melhor que pudermos as necessidades individuais de cada um, as dinâmicas que podem resultar dessa interação e as atitudes e compromissos que podem conduzir a um relacionamento que satisfaça ambos. A análise na Sinastria não prevê compatibilidades; pode, no entanto, prever quanto trabalho, e de que tipo deve ser feito para se chegar à compatibilidade.

O que é a compatibilidade? Para que servem os relacionamentos? A maioria das pessoas pode dizer que as relações servem para terem companhia no partilhar de interesses e atividades, um companheiro (a) para criar família, um parceiro (a) para partilhar despesas, etc. Embora estas sejam certamente razões legítimas nos relacionamentos existe um outro nível que segue a par e de modo mais inconsciente. Uma razão mais profunda nas relações é a possibilidade de expansão daquilo que entendemos por Self e tornarmo-nos seres humanos mais completos e integrados.

Os relacionamentos são oportunidades de crescimento, nos quais nos são providenciados espelhos onde podemos ver aspectos de nós próprios que estão ainda por desenvolver ou inconscientes. Podem ajudar-nos ainda a curarmos velhas feridas e a recuperarmos partes essenciais de nós próprios. Esta é mais uma abordagem psicológica, junguiana, daquilo que são os relacionamentos e que têm sido bem explicados nos escritos astrológicos de Liz Greene, Stephen Arroyo e Steven Forrest, para citar alguns.

Alguns aspectos centrais nesta abordagem são as questões da Sombra, ou partes inconscientes de nós, da Projeção, ver as qualidades nos outros ao invés de as reconhecermos em nós próprios. A Sombra consiste naqueles atributos que são inaceitáveis ou estão latentes por inúmeras razões, definições sexuais, parentais ou sociais de condicionamento, etc.
Tanto as qualidades desejáveis como as que não o são pode, fazer parte da sombra; podemos projetar atributos positivos, bem como o nosso lado desagradável. Uma das formas mais fortes (e antigas) de aprendizagem é através do modelo psicológico - estar perto de alguém que expressa ou têm a energia que procuramos nas nossas vidas. Os relacionamentos proporcionam uma exposição constante aquilo que nos esforçamos para integrar em nós próprios.

Por exemplo, se não estamos a expressar o nosso Marte, a nossa raiva, paixão e desejo pessoal, inconscientemente projetamos e encontramos essa energia no exterior, em acontecimentos ou pessoas. Parecemos continuamente impelidos para tipos poderosos, fortes, auto-determinados e corajosos. Se estivermos completamente desligados do nosso Marte, podemos encontrar o arquétipo de um modo mais violento. Quanto mais negamos qualquer parte de nós próprios, mais forte e extremada vai-se tornar a sua manifestação, de modo a chamar-nos a atenção. Se estivermos mais conscientes a essa energia, melhor a podemos expressar construtivamente, ao invés de experimentá-la em formas destrutivas nos outros.

Qualquer ponto do mapa pode simbolizar uma potencial sombra; contudo algumas energias são mais propensas à projeção do que outras. Alguns indicadores astrológicos de potenciais sombras são os signos na cúspide da casa 7 e 8, os planetas nessas casas, as oposições (em especial entre planetas interiores e exteriores) e o posicionamento de Saturno. A predominância ou déficit de um elemento também pode ser um componente para dar forma à Sombra, bem como o Ascendente, ou máscara da pessoa. Muito disto depende em como essas partes estão aspectadas ou "armadilhadas" dentro da nossa psique, e nas experiências e condicionamentos que fomos tendo ao longo do caminho, pessoal, social e culturalmente.

Se o propósito do relacionamento é religarmo-nos com a outra parte da nossa psique existem assim relacionamentos "maus"? Talvez aquelas relações que reforçam padrões de autonegação e abuso possam ser designadas de "maus". Mas mesmo esses, apesar de dolorosos, tentam ensinar-nos qualquer coisa, acerca daquelas energias que ainda não reconhecemos ou permanecem adormecidas em nós próprios.

Muitas vezes esse reconhecimento vem muito mais tarde, depois de passarmos algum tempo afastados da relação. Existem formas de ganharmos perspectiva e integração das partes difíceis de nós próprios, mesmo após terminar a relação, quando estamos impossibilitados ou não podemos interagir fisicamente com o outro. Podemos trabalhar nisso de muitos modos.

Uma técnica profunda e adaptada da psicologia Tibetana Budista é esta: Num local de meditação imagine entrar em diálogo com a pessoa com quem teve problemas. Veja e sinta o mais que puder, alimente os seus sentimentos como um fogo. Então, depois troque de posição e torne-se a outra pessoa, a olhar para si enquanto expressa esses sentimentos. Imagine o que poderia sentir, da perspectiva da outra pessoa e o que poderia responder. Escute-a. Depois volte à sua visão e responda. E siga assim adiante de um lado para o outro. Continue o diálogo até sentir uma mudança. O 'insight' e a compaixão que surge por ser capaz de ver através de outros olhos é profundamente transformador e isto processo interno ilumina e cura mais do que se a outra pessoa estivesse fisicamente presente.

Outra técnica, adaptada da Psicologia Gestalt é escolher um planeta ou aspecto no seu mapa natal que simbolize uma dificuldade para si, uma parte que gostaria de compreender e expressar de modo mais positivo. Dialogue com ele como se fosse outra pessoa. Fale com ela, pergunte-lhe o que necessita, implore se necessário. Dê-lhe uma imagem ou nome que a personifique, como o "Juiz" para Saturno ou o "Artista" para Vênus. Cada parte do mapa necessita de ter voz e lugar nas nossas vidas. Senão o tiver, arrasta-se para o inconsciente e de forma desmembrada. Cada planeta é um Deus que necessita de ser venerado. Os aspectos entre eles colocam questões de tempo e síntese; onde e como expressarmos a mais correta resposta.

Mas qual é a realmente a questão de tudo isto? Porquê tanto a propósito dos nossos mapas se o tópico é a sinastria? Porque esta abordagem integra o nível psicológico com a espiritualidade, e neste caso os relacionamentos (e a Astrologia) falam-nos da descoberta da nossa relação com o universo que existe em nós. Tudo "lá fora" está realmente dentro de nós. É um eco do antigo princípio Hermético "as above, so below, as without, so within", que tem sido agora redescoberto na psicologia, na biologia, na física e em outras áreas. Compreender os relacionamentos significa compreendermo-nos e assumirmos a responsabilidade tanto da dor, como do prazer, da sombra e da luz. Projetamos tanto as nossas partes luminosas, como as sombrias; testemunhas de gurus ou veneração das estrelas de cinema.

Necessitamos de recuperar aquilo que afastamos ou negamos, e encontrarmos um caminho de o trazermos a uma expressão construtiva. Os relacionamentos providenciam o palco, o teste e a autoridade para este tipo de integração.

O que se segue é um modo de organizar essa tremenda quantidade de informação disponível em dois mapas natais. Os mesmos princípios da configuração natal aplicados à Sinastria; se usar planetas uranianos, pontos médios, asteróides ou partes arábicas, etc, pode acrescentá-los a este formato básico.

Passos na Análise da Sinastria

Quatro passos básicos na comparação de mapas são:
1. Em primeiro estudar individualmente cada mapa.
2. Olhar para os aspectos entre os dois mapas.
3. Examinar o mapa composto.
4. Analisar os trânsitos e progressões para cada pessoa.

Passo 1:
Estudar o mapa A: predominância de hemisférios (E, W, N, S), configurações de aspectos (stelliums, T-squares, etc), ênfase de elementos (terra, ar, fogo, água), modos (cardinal, fixo, mutável), os nodos lunares, o posicionamento e aspectos do Sol, Lua, Ascendente e tudo aquilo que sobressaia. Onde e como está a energia agrupada? O que é que a relação necessita? Veja o signo e o regente da cúspide da casa 7, o posicionamento e aspectos de Vênus e Marte e os signos e posicionamentos nas casas 5, 7 e 8. Um processo voltado para os relacionamentos será assinalado por uma ênfase no hemisfério ocidental, muitos planetas em signos de água ou ar (especialmente Caranguejo e Balança) e uma Vênus forte. Um caminho mais independente é assinalado por temas fortes de Saturno, Urano, Carneiro, Aquário e muitos planetas no lado oriental do mapa.
Faça o mesmo para o mapa B. Tire notas de cada mapa.

Passo 2:
Compare os posicionamentos do Sol, Lua e Ascendente de cada um. Como é que combinam em termos de elementos, modos e polaridades? Quantos desses três fazem "aspectos fáceis" entre si? (0 de 3 é frequentemente muito complicado, 1 de 3 exige muita compreensão, 2 de 3 pode proporcionar uma certa complementaridade, ainda que a necessitar de estímulo, e 3 de 3 pode ser muito fácil ou aborrecida).
Faça uma grelha de comparação dos planetas no A e B, anotando os aspectos que se cruzam. Olhe primeiro para as conjunções, depois oposições, quadraturas, trígonos e sextis. Verifique ainda que planetas fazem aspectos próximos (menos de 5º graus) entre si.
Assinale os planetas de A no B, e vice-versa. Em que áreas se afetam ou estimulam mais?

Passo 3:
Calcule e examine o mapa composto. Onde se encontra a concentração de energia? Existem stelliums? Onde se encontram o Sol e a Lua? Vênus e Marte? Que aspectos tem Mercúrio (comunicação)? Onde está Saturno (para compromisso, longevidade). Onde está a alegria? Quais são os assuntos que podem necessitar de compromisso e compreensão? (Leia "Composites" de Robert Hand para mais detalhes)

Passo 4:
Analise os trânsitos e progressões para o momento das duas pessoas e o mapa composto. Veja os mapas do Retorno Solar de ambos.

(Por:- Stephanie Austin M.A.)
Nota: Publicado originalmente em Abril de 1992, Revista Mountain Astrologer.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Astrologia e Relacionamentos - Duas Visões Diferentes

É importante verificarem que muitos aspectos são iguais.

No fundo, no fundo são formas diferentes de se ler um mapa astral e vai muito da colocação do astrólogo na sua visão ampla do mapa, do mundo e dos indivíduos.

Vicente Chagas

VISÃO UM

Introdução

Se a compreensão das características e potencial de uma pessoa através do seu mapa natal pode ser uma tarefa exigente, que exige considerável treino e prática por parte do astrólogo, não será um caso ainda mais exigente a avaliação das características e potencial de um relacionamento através da Astrologia? Afinal, quando consideramos um relacionamento entre duas pessoas, devemos presumivelmente compreender a capacidade de relação (seja ela romântica, de negócios, familiar) de cada participante, bem como considerar como se ligam os mapas e os conflitos.

Penso que se um astrólogo tiver um razoável entendimento da Astrologia natal (no estudo de um mapa natal) é relativamente simples estender essa compreensão à análise relacional entre duas pessoas. Na verdade a análise astrológica da qualidade da relação entre duas pessoas pode muitas vezes ser consideravelmente mais fácil do que uma análise individual.

A razão disto reside na suprema habilidade da psique humana para se entregar a todos os tipos de estratagemas conscientes e inconscientes na defesa do Self. Se uma pessoa experimentar conflitos psicológicos (e muitos de nós experimentamos de uma maneira ou de outra), existe uma tendência a despender considerável energia na projeção de alguns dos problemas para outras pessoas.

Isto pode dar azo a uma considerável distorção daquela parte da personalidade que é consciente, que resulta com uma pessoa (quando passa pelo processo de análise do seu mapa) a aceitar parte da interpretação como verdade, e negando firmemente uma outra parte - "Todos os outros têm essas qualidades boas/más, mas eu não com toda a certeza".

Claro que muito disto depende da habilidade e sensibilidade do astrólogo e do nível de auto-conhecimento do cliente.

Numa relação às projeções e outros mecanismos psicológicos de defesa continuam a ocorrer, mas para um observador distanciado essas situações são muito mais visíveis, visto que está suficientemente destacado da relação e consegue assim ver as duas pessoas.

Capacidade para o Relacionamento

Muitos astrólogos, que em minha opinião deviam saber mais, fazem comentários e juízos de valor acerca dos signos solares, lunares e, para o que lhes convier de "outras posições". Alguns exemplos: "Todos os Virgens são críticos", "Peixes é um signo de preguiçosos", "Netuno em Escorpião mostra adição às drogas", "Lua em Escorpião ou Capricórnio é terrível para uma mulher", "Os homens de Gêmeos têm dupla personalidade".

No que toca aos relacionamentos os juízos de valor tornam-se ainda mais ridículos. Alguns exemplos: "Se o Urano do mapa de um homem fizer aspectos à Lua ou Vênus do mapa da mulher a relação durará pouco", "Sagitário e Capricórnio juntos é uma receita para o desastre no casamento", "Os aspectos de Saturno trazem infelicidade à relação", "os aspectos de Saturno indicam o final da relação".

Embora o acima mencionado seja às vezes verdade, também o é muitas vezes falso! E muitas vezes é irrelevante. Vejamos que existem 12 pontos importantes no mapa (Sol, Lua, Ascendente e nove planetas), existem 144 interações que têm que ser consideradas entre dois mapas em comparação.

Certamente que o assunto é muito mais complicado do que isto, visto que as posições planetárias não são completamente independentes. Os planetas interiores tendem a agrupar-se junto do Sol, enquanto os outros planetas movem-se tão lentamente que é improvável que se cruzem na relação (por exemplo: o Plutão de uma pessoa em oposição ao Plutão da outra). Existem, no entanto, muitos fatores a considerar e acredito que seja errado fazerem-se julgamentos precipitados com base em um ou dois fatores isolados.

Tradicionalmente os planetas em Balança e os planetas na sétima casa, juntamente com o signo, casa e aspectos de Vênus são indicadores nos relacionamentos. Vênus indica a nossa tentativa de alcançar uma compreensão objetiva do mundo exterior e essas tentativas são muitas vezes mais alcançáveis através da interação com outras pessoas, naquilo a que chamamos relacionamentos. No nosso mapa Vênus pode ser descrita como um indicador da nossa capacidade de nos relacionarmos.

De modo semelhante, os planetas em Balança tendem a operar de um modo que é mais cooperativo do que assertivo, e assim podem dar-nos indicações em como a pessoa coopera com os outros. Planetas na sétima casa representam qualidades que são, obviamente, projetadas em outras pessoas e em circunstâncias do mundo exterior, o que faz com que estas pessoas muitas vezes se encontrem a si próprias envolvidas com outros desde muito cedo.

Seria, ainda assim, demasiado simplista ignorar outros planetas, signos e casas. Existem muitas pessoas sem quaisquer planetas em Balança ou na sétima casa, e sem uma Vênus fortemente aspectada. E não são de todo ermitãs!

Podemos argumentar que todos necessitam dos relacionamentos. Pessoas com forte ênfase em Ar, signos/casas/planetas, necessitam de compreender o Mundo através da interação com os outros; pessoas com forte ênfase em água necessitam de se relacionarem emocionalmente; tipos de Terra necessitam de pessoas com quem organizar e construir, enquanto uma ênfase de Fogo impele a uma necessidade de ter com quem competir.

Sinastria nos Relacionamentos

A Sinastria envolve a comparação de mapas de duas (ou mais) pessoas. É mais importante que os mapas sejam compatíveis de acordo com os desejos, crenças e necessidades das duas pessoas (como é mostrado nos seus mapas individuais), do que sejam compatíveis de acordo como alguma teoria abstrata ou coleção de aforismos.

Podemos aprender o significado dos aspectos planetários entre os dois mapas se primeiro compreendermos o que esses aspectos significam num mapa individual, e então entender a idéia de que uma pessoa regra geral expressa um planeta, enquanto um segundo planeta usualmente expressará a outra pessoa.

Por exemplo, Alison tem o Sol em Caranguejo em conjunção com o Saturno de Bill (também em Caranguejo). Num mapa natal uma conjunção Sol-Saturno indica que a vontade consciente é fortemente "inibida" e influenciada, para o melhor ou pior, pela estrutura do Ego. Dependendo de outros fatores (como sempre!), Sol-Saturno pode indicar uma pessoa cujo espírito é "mutilado" por um enorme ceticismo, ou pode indicar uma pessoa de enorme paciência, com engenho e perseverança nos seus objetivos.

Bem e o que pode acontecer num relacionamento? Deixando de lado outros fatores, é possível que Alison tenha tendência a expressar-se carinhosamente, mas Bill também o fará, contudo de modo mais estruturado e menos espontâneo. A interação do Sol de Alison com o Saturno de Bill pode mostrar resultados positivos e negativos (tal como uma conjunção Sol-Saturno num mapa natal). Muito dependerá do tipo de relacionamento - as energias podem expressar-se de maneiras muito diferentes consoante estejamos a ver um casamento, uma relação pai-filha, uma parceria de negócios e por aí adiante.

O Mapa do Relacionamento

Existe um método, e pelo que sei inicialmente descrito por Ronald Davidson em "Synastry" (1977) no qual um mapa individual é delineado para representar o potencial da relação. A idéia é calcular um horóscopo para um ponto intermédio entre os dois mapas e um ponto intermédio no espaço entre os dois lugares de nascimento.

Perante a idéia de que o tempo é linear, podemos facilmente calcular o tempo intermédio entre duas datas de nascimento e tempo (lembre-se de ter em conta os anos bissextos). Ronald Davidson calcula o local para o Mapa de Relacionamento verificando a média das latitudes e longitudes, embora eu acredite que seja mais lógico ver o ponto médio do círculo de interseção dos dois lugares de nascimento. Devemos dizer que quando os dois locais são relativamente perto (com diferenças de poucas centenas de quilômetros) usar o método de Davidson produz melhores resultados e não envolve trigonometria esférica.

Um exemplo simples - A pessoa "A" nasceu a 01 de Janeiro de 1963, às 8:00 GMT. A pessoa "B" nasceu a 02 de Fevereiro de 1967, às 10:00 GMT. 1964 foi um ano bissexto, por isso existe uma diferença de 1493 dias e duas horas entre os dois nascimentos. Metade disto é 746 dias e 13 horas, e dá a data de 16 de Janeiro de 1965, às 21:00 GMT. A pessoa "A" nasceu a 40º N e 90 W, e a pessoa "B" a 42º N e 92 W, o que dá um mapa de relacionamento localizado para 41N91.

Pela minha experiência o Mapa de Relacionamento pode ser usado para descrever a natureza e qualidade da relação em si, sem ter conta à contribuição dos "participantes" (embora esta informação possa ser verificada na comparação do Mapa do Relacionamento com os mapas natais individuais). Os métodos usados na Astrologia Natal, em particular as progressões e os trânsitos, podem ser aplicados ao Mapa do Relacionamento.

O Mapa do Relacionamento pode ser mudado (geograficamente) para onde o relacionamento esteja, tal como um mapa natal pode ser delineado tendo em conta a mudança de residência, quando existe uma diferença significativa para o local de nascimento.

Por:- Achernar

VISÃO DOIS

Um dos aspectos de maior fascínio e que mais perguntas costuma suscitar quando se fala de Astrologia é sem dúvida a questão dos relacionamentos.

E numa fase muito embrionária no estudo ou no interesse pela Astrologia a questão coloca-se sobretudo na comparação de signos. Quantas vezes não ouvimos perguntas do tipo: "os carneiros dão-se bem com os gêmeos ?" e por aí adiante.

Neste aspecto sempre surge à tentativa de clarificar que ninguém é apenas um signo, que quando se fala genericamente de signo se está apenas a apontar o signo solar e que um mapa astrológico é uma combinação de fatores muito mais complexos e dinâmicos.

Que envolve mais planetas, que envolve mais signos, que envolve aspectos (uma espécie de diálogo) e outros fatores, que combinados nos dão então uma espécie de retrato da personalidade, na Astrologia Natal.

E que muitas vezes a pessoa pode ser de um signo (solar), mas que nem é essa a energia mais enfatizada naquele mapa, e que isso tem a ver com uma série de razões, como por exemplo o posicionamento dos outros planetas, que casas estão ocupadas, que aspectos têm mais força, etc.

Este será talvez o primeiro ponto quando a componente dos relacionamentos é assunto na Astrologia, a tal idéia da combinação "quase que fictícia" e "enganadora" de signos.

O segundo ponto a ter em atenção surge num nível mais avançado - e sério - no estudo dos relacionamentos sob a perspectiva astrológica.

E isso acontece quando a análise e potencial de uma relação é trazida ao momento, com o estudo da comparação dos mapas, recorrendo a técnicas como a Sinastria (a análise individual e depois comparativa dos mapas) e o Mapa Composto.

De fato, aqui, entramos num campo mais "elaborado" da Astrologia (natal e relacional). Quando um relacionamento é possível de ser analisado, observado, estudado, sob o prisma astrológico e com ferramentas que contemplam os mapas na totalidade.

Mas antes deste processo e antes que o estudante venha a cair na tentação de uma análise quase microscópica de aspecto por aspecto (o que acontece muitas vezes), fazendo de imediato mapas compostos, trânsitos de relação e deslumbrando-se ou decepcionando-se com cada ponto da sinastria, convém ter em atenção o seguinte:

Antes da emaranhada, e por vezes complicada, análise minuciosa dos pontos comparativos e compostos dos mapas, é antes de tudo importante olhar os campos energéticos de cada mapa.

De que material são esses mapas feitos? Algo tão simples como: que elementos predominam?

Como diz o astrólogo norte-americano Stephen Arroyo, antes de tudo importa referir que somos alimentados pelos vários elementos. Elementos esses que são canais de base na linguagem astrológica. Que são freqüências vibratórias nas quais cada um de nós se sintoniza.

E por isto importa também ver antes de qualquer análise mais elaborada quais as freqüências que maior ênfase têm?

Sabermos que quando o ar (Gêmeos, Balança, Aquário) predomina precisamos de estímulo mental, de alimento intelectual, de variedade, de comunicação, e se for o Fogo (Carneiro, Leão, Sagitário) pode-nos ser mais familiar a energia, o dinamismo, o entusiasmo, a vitalidade, a alegria.

E quando se trata da Água (Caranguejo, Escorpião, Peixes) precisamos de nutrição emocional, de empatia, de sensibilidade, de ligação sentimental. Enquanto a Terra precisa de realismo, de estrutura, de uma sintonia na capacidade de construir, de ter algo sólido.

Na relação, o estímulo dos elementos, a sintonia dos "campos energéticos" de cada um, é um segredo fundamental para o bem-estar e prazer na relação. Mas mais do que isto - e sem pretender complicar o processo - também existe lugar a uma outra coisa: "a compensação".

Sentirmo-nos atraídos por aquilo que não temos ou pensamos não ter.

Por exemplo, imagine que não tem Terra no mapa e sintoniza-se com alguém que tem muito Terra, e isso pode funcionar muito bem, sobretudo se tiver grande ênfase de Água (Terra e Água estão numa sintonia similar, tal como Fogo e Ar).

Pode imaginar isto também para alguém com muito Ar e falta de Fogo, que entra numa espécie de fusão com o companheiro/a, amigo/a, que lhe apresenta todo aquele campo de Fogo, toda aquela vida.

É também incontornável a questão de que "somos atraídos por aquilo que não temos" - e em Astrologia sobretudo com os pares Terra-Água e Fogo-Ar (por serem diferentes mas compatíveis em essência e nas suas qualidades primitivas).

Contudo, Stephen Arroyo defende a idéia de que quando isso acontece, quando essa compensação/atração existe, a mesma ocorre por duas condicionantes fundamentais ao relacionamento:

. Na primeira, em situações em que existe alguma inexperiência (ou juventude) e, por isso, a pessoa é atraída exatamente por quem representa - na sua perspectiva - o que ela não é ou não tem, e que, segundo S. Arroyo, é um processo que representa algum tipo de experiência a aprender.

. Na segunda perspectiva existe maior maturidade na relação e, de certa forma, maior objetividade. E neste caso a questão da "atração pelo que não temos" coloca-se sob o prisma de apreciarmos as qualidades do outro, as qualidades que de alguma forma estão deficitárias em nós.

E esta idéia "do que nos faz falta" ainda ganha maior complexidade e fascínio quando entramos no domínio do jargão psicológico do animus vs anima, ou da luz vs sombra. Um assunto que podemos explorar no livro "Relacionamentos", da astróloga Liz Greene, e que nos remete, novamente, para as noções do "sistema deficitário de cada psique".

No ponto em que a nossa sombra persegue a luz do outro. O que tu tens e o que eu não tenho (ou penso que não tenho).

No livro, Liz Greene refere: "os relacionamentos que contém um elemento de 'apaixonar-se' inevitavelmente contém projeções da anima e do animus, e a curiosa sensação de familiaridade que se tem em relação ao ser amado é facilmente explicável pelo fato da pessoa, na realidade, estar apaixonada por si mesma".

Estes são, todavia, princípios muito abrangentes, e que embora importantes só por si podem também não bastar.

A Astrologia ou a análise de um relacionamento sob a perspectiva astrológica pode ajudar, pode ser um abrir de portas fantástico na forma como nos vemos e vemos o outro, mas não trará certamente qualquer componente de felicidade ao relacionamento que ele já não tenha por si, ou, aliás, como promessa de si.

É ainda essencial ver cada pessoa, e, sobretudo, estar atento à velha premissa "se ela antes de outra coisa qualquer está apta em primeiro para se relacionar consigo", antes de se relacionar seja com quem for ou dizer que a culpa é do Saturno ou do Plutão.

POR:- MOYA